segunda-feira, 31 de maio de 2010
Livro traz propostas de atividades para investigação da biodiversidade pelas escolas brasileiras
No dia 18 de maio foi lançado o livro “Investigando a Biodiversidade: guia de apoio aos educadores do Brasil” que foi realizado por três organizações não governamentais para apoiar o trabalho de educadores que tem o desafio de desenvolver ações e atividades pedagógicas envolvendo professores, crianças e jovens sobre o significado e a importância da nossa biodiversidade e como devemos conservá-la. A obra é uma adaptação brasileira para o material “Exploring Biodiversity”, uma copublicação da Conservação Internacional e do WWF.
O lançamento da publicação faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e do Dia Internacional da Biodiversidade (22/5).
O lançamento da publicação faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e do Dia Internacional da Biodiversidade (22/5).
A obra está disponível nos sites da Conservação Internacional (www.conservacao.org), Instituto Supereco (www.supereco.org.br) , WWF-Brasil (www.wwf.org.br), ou clicando aqui.
As instituições estão discutindo com o Ministério do Meio Ambiente a possibilidade de reimpressão da obra para permitir ampla distribuição do livro aos educadores brasileiro.
“Este guia é resultado de um dedicado esforço do corpo técnico das três ONGs que revisaram e complementaram as informações originais, adequando-as à realidade brasileira e preparando-as para que seja um instrumento pedagógico de trabalho útil no dia a dia do educador. A formação de crianças e jovens sobre o valor da nossa natureza, da sua biodiversidade e como dependemos dela é fundamental para engajarmos esse público na conservação da natureza, uma responsabilidade de todos nós”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
Para Paulo Gustavo Prado, diretor de Política Ambiental da CI-Brasil, somente por meio do reconhecimento da importância social da biodiversidade é que as futuras gerações poderão manter e adequar o Brasil rumo ao desenvolvimento sustentável. “É por meio do conhecimento que podemos preservar a fauna e a flora e, consequentemente, seus serviços ambientais, conquistando a sustentabilidade no uso dos recursos naturais”, diz Prado. “É imperativo que deixemos essa preciosa herança para nossos filhos”, complementa.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Psicologia Ambiental
· Espaço físico;
· Dimensão temporal;
· Adoção dos comportamentos pró-ambientais;
· Avaliação pós-ocupação;
· Territorialidade, apropriação e apego aos lugares;
· Identidade e cultura;
· Ergonomia;
· Desastres ambientais;
· Sobrevivência em ambientes confinados;
· Violência urbana;
· Qualidade de vida;
· Sustentabilidade etc...
A Psicologia Ambiental não se utiliza de um método preferencial. Esta área do conhecimento cresce no mundo, e no Brasil, país em que já conta com 12 laboratórios, incluindo este, em departamentos de psicologia. Além desses, 5 outros realizam trabalhos na área, embora ligados a outros departamentos, como física, arquitetura, engenharia e geografia.
Psicologia Ambiental: espaços construídos, problemas ambientais, sustentabilidade
O âmbito latino-americano de uma psicologia voltada para as relações pessoa–ambiente tem se manifestado em coletâneas de produções de autores da região (e.g., Corral, 1997; Wiesenfeld, 1994), e também em congressos, sobretudo os da Sociedade Interamericana de Psicologia, possivelmente um dos fóruns que mais ativamente tem reunido profissionais de Psicologia interessados pela temática. O antigo interesse por um fórum permanente levou à criação, em 5 de junho de 2001, da REPALA, Rede de Psicologia Ambiental Latino-Americana, que compreende um site na internet (http://www.cchla.ufrn.br/repala/home.html) e uma lista de discussão que tem contribuído bastante para a troca de informações entre seus membros, profissionais e estudantes de vários países ibero-americanos, além de alguns de fora dessa região. A rede é aberta à participação de todas as formações profissionais, conforme o caráter multidisciplinar desejável para o setor, e proposto em mais de uma ocasião, como no Seminário Internacional Psicologia e Projeto do Ambiente Construído, realizado em agosto de 2000, por iniciativa das áreas de Arquitetura & Urbanismo e Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Del Rio, Duarte & Rheingantz, 2002).


